Instituto Socioambiental (ISA)

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Brasil  ·  O ISA defende bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos
Instituto Socioambiental (ISA)
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Uma manifestação conjunta da Mobilização Nacional Indígena e de movimentos sociais contra a Copa parou o centro de Brasília, no final da tarde de ontem (27/5), reunindo mais de 2 mil pessoas.  Foto: Oswaldo Braga de Souza/ISA

Uma manifestação conjunta da Mobilização Nacional Indígena e de movimentos sociais contra a Copa parou o centro de Brasília, no final da tarde de ontem (27/5), reunindo mais de 2 mil pessoas. Foto: Oswaldo Braga de Souza/ISA

Conflito em Brasília durante a Mobilização Nacional Indígena nesta terça (27/05). Foto: Kamikia Kisedje

Conflito em Brasília durante a Mobilização Nacional Indígena nesta terça (27/05). Foto: Kamikia Kisedje

Mobilização Nacional Indígena em Brasília nesta terça (27/05). Foto: Kamikia Kisedje

Mobilização Nacional Indígena em Brasília nesta terça (27/05). Foto: Kamikia Kisedje

Sonia Guajajara, da diretoria da APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) durante a Mobilização Nacional Indígena. Foto: Kamikia Kisedje (terça, 27/05)

Sonia Guajajara, da diretoria da APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) durante a Mobilização Nacional Indígena. Foto: Kamikia Kisedje (terça, 27/05)

Líder do povo Kayapó Raoni Metuktire, que participa da Mobilização Nacional Indígena - em defesa dos direitos territoriais e dos povos indígenas - durante Ato Unificado "Copa para quem?" nesta terça (27/05).  Foto: Maira Irigaray/Amazon Watch

Indigenous people teargassed by the police as they protest the World Cup and Belo Monte Dam in Sao Paulo.

Para baixar! Com base em situações reais encontradas no Estado do Mato Grosso, o livro "Plantar, Criar e Conservar: unindo produtividade e meio ambiente", relata que associar a diversificação das atividades agropecuárias com a intensificação da produção, a valorização dos serviços ambientais, o respeito aos limites dos recursos naturais e a geração de renda não são incompatíveis.  http://isa.to/16gAEC1

Para baixar! Com base em situações reais encontradas no Estado do Mato Grosso, o livro "Plantar, Criar e Conservar: unindo produtividade e meio ambiente", relata que associar a diversificação das atividades agropecuárias com a intensificação da produção, a valorização dos serviços ambientais, o respeito aos limites dos recursos naturais e a geração de renda não são incompatíveis. http://isa.to/16gAEC1

Macaco quatá espia o grupo do alto do tronco. Foto: Moreno Saraiva Martins/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Macaco quatá espia o grupo do alto do tronco. Foto: Moreno Saraiva Martins/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Ivan Xirixana Yanomami escutando os passarinhos na floresta. Foto: Moreno Saraiva Martins/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Ivan Xirixana Yanomami escutando os passarinhos na floresta. Foto: Moreno Saraiva Martins/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Equipe na floresta durante o primeiro trecho da expedição. Foto: Estevão Senra/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Equipe na floresta durante o primeiro trecho da expedição. Foto: Estevão Senra/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Galhada no meio do igarapé abriga marimbondos e formigas. Foto: Estevão Senra/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Galhada no meio do igarapé abriga marimbondos e formigas. Foto: Estevão Senra/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Motoserra ajuda a tirar a vegetação caída para facilitar a navegação. Foto: Estevão Senra/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Motoserra ajuda a tirar a vegetação caída para facilitar a navegação. Foto: Estevão Senra/ISA. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Parte da equipe da Expedição Rio dos Veados. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Parte da equipe da Expedição Rio dos Veados. Leia o diário de viagem completo e veja outras imagens da Expedição Rio dos Veados > isa.to/1ag7MYF

Foto: Eduardo Viveiros de Castro, 1982. A marca característica da relação apihi-pihã é a "alegria": tori. Os apihi-pihã (amigos de mesmo sexo) mantêm um convívio de camaradagem jocosa, sem nenhuma conotação agressiva; eles oyo mo-ori, "alegram-se reciprocamente": estão sempre abraçados, são companheiros assíduos na mata, usam livremente dos bens do outro.

Foto: Eduardo Viveiros de Castro, 1982. A marca característica da relação apihi-pihã é a "alegria": tori. Os apihi-pihã (amigos de mesmo sexo) mantêm um convívio de camaradagem jocosa, sem nenhuma conotação agressiva; eles oyo mo-ori, "alegram-se reciprocamente": estão sempre abraçados, são companheiros assíduos na mata, usam livremente dos bens do outro.

Foto: Eduardo Viveiros de Castro, 1982. O casamento não é objeto de nenhuma cerimônia, e a acelerada circulação matrimonial dos jovens faz dele um negócio corriqueiro. No entanto, sempre que uma união se torna pública com a mudança de domicílio de alguém, produz-se uma sutil comoção na aldeia. O novo casal começa imediatamente a ser visitado por outros casais, seu pátio é o mais alegre e bulhento à noite; ali se brinca, os homens se abraçam, as mulheres cochicham e riem. ...

Foto: Eduardo Viveiros de Castro, 1982. O casamento não é objeto de nenhuma cerimônia, e a acelerada circulação matrimonial dos jovens faz dele um negócio corriqueiro. No entanto, sempre que uma união se torna pública com a mudança de domicílio de alguém, produz-se uma sutil comoção na aldeia. O novo casal começa imediatamente a ser visitado por outros casais, seu pátio é o mais alegre e bulhento à noite; ali se brinca, os homens se abraçam, as mulheres cochicham e riem. ...

"Cestaria de arumã baniwa. Foto: Beto Ricardo, 2000"    As formas de manipular pigmentos, plumas, fibras vegetais, argila, madeira, pedra e outros materiais conferem singularidade à produção ameríndia, diferenciando-a da arte ocidental, assim como da produção africana ou asiática. Entretanto, não se trata de uma “arte indígena”, e sim de “artes indígenas”, já que cada povo possui particularidades na sua maneira de se expressar e de conferir sentido às suas produções. (...)

"Cestaria de arumã baniwa. Foto: Beto Ricardo, 2000" As formas de manipular pigmentos, plumas, fibras vegetais, argila, madeira, pedra e outros materiais conferem singularidade à produção ameríndia, diferenciando-a da arte ocidental, assim como da produção africana ou asiática. Entretanto, não se trata de uma “arte indígena”, e sim de “artes indígenas”, já que cada povo possui particularidades na sua maneira de se expressar e de conferir sentido às suas produções. (...)

II Encontro de Xamãs Yanomami -- Em ano de comemoração dos 20 anos de homologação da Terra Indígena Yanomami, encontro reforça a importância do xamanismo na defesa territorial e proteção ambiental.   À convite de Davi Kopenawa, presidente da Hutukara Associação Yanomami, 33 dos principais xamãs Yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (AM) entre os dias 24 e 28 de abril para trocar experiências e juntar forças na defesa do território indígena invadido por garimpeiros e fazendas.  (...)

II Encontro de Xamãs Yanomami -- Em ano de comemoração dos 20 anos de homologação da Terra Indígena Yanomami, encontro reforça a importância do xamanismo na defesa territorial e proteção ambiental. À convite de Davi Kopenawa, presidente da Hutukara Associação Yanomami, 33 dos principais xamãs Yanomami reuniram-se na aldeia Watoriki (AM) entre os dias 24 e 28 de abril para trocar experiências e juntar forças na defesa do território indígena invadido por garimpeiros e fazendas. (...)